segunda-feira, 17 de maio de 2010
Design verde salvará o mundo
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Arte pra criança na Virada Cultural 2010
Crianças, pais...ainda não sabem o que vão fazer na Virada Cultural? Juliana Mado e Cauê Procópio contam pra vocês, na soma poética entre uma história e uma música, culturas e ecologia. Neste final de semana serão duas apresentações, sábado e domingo, às 15h, no Sesc da Vila Mariana. Quem não puder, as histórias e músicas se repetem no dias 22 e 30 de maio. O que não pode é deixar de se divertir, criançada! Contatos: 11 3873-3832/ 9299-4465 ou e-mail: juki77@gmail.com
domingo, 9 de maio de 2010
Projeto visa a demolição do Minhocão
Na manhã de quinta-feira, 06/05, o prefeito Gilberto Kassab anunciou um projeto que, caso seja viabilizado, acarretará na demolição do Elevado Costa e Silva, conhecido como "Minhocão".
Estudos com este objetivo já são feitos desde 1975. Quatro anos depois de sua construção, o sucessor do prefeito Paulo Maluf, Olavo Setúbal, já temia o impacto político deste ato. Entre 1986 e 1988, Jânio Quadros cogitou transformar o elevado em um jardim suspenso, com duas faixas para ônibus elétricos.
Mais recentemente, em 2004, Marta Suplicy e José Serra discutiram o assunto após uma pesquisa do Datafolha demonstrar que a população observa a região como um dos lugares mais feios de São Paulo.
A obra, sem dúvida, degradou todo o entorno e afastou moradores devido ao barulho e à sujeira.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Flamínio Fichmann, arquiteto, urbanista e consultor de engenharia de tráfego afirmou que "a intenção é, de certa forma, incentivar o mercado imobiliário a fazer um investimento na região e, com essa valorização, promover a demolição do elevado. A região do elevado merece um projeto independente de uma proposta tão ampla, a demolição do Minhocão deveria ser imediata".
Mesmo com opiniões contrárias à demolição, tendo em vista que, segundo a CET, o número de veículos que transitam pelo minhocão das 7h às 10h é praticamente igual aos que passam pela 23 de maio, Nilson Ghirardello, coordenador da Câmara de Arquitetura do CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo) e professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Bauru diz que, solucionada a parte viária, haverá impacto positivo profundo na área. "Ali você tem alguns edifícios construídos nos anos 40, bons exemplares ecléticos que hoje estão bastante prejudicados. A gente quase não consegue visualizá-los. Resolvido o problema viário, o centro de São Paulo só tem a ganhar", diz Ghirardello.segunda-feira, 3 de maio de 2010
Carta da Terra começa com você
Integridade ecológica é tema maior da Carta da Terra. Entretanto, a ação tem outros objetivos interdependentes e indivisíveis: proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico eqüitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz. Consequentemente oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável.
O projeto começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos. Sua redação envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional. Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.
À luz desta legitimidade, um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra está adquirindo um status de lei branca (“soft law”). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado, que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o desenvolvimento de uma lei stritu senso (hard law).
As mudanças globais já exigem outras formas de pensarmos e vivermos há tempos, e a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional extremamente valioso. Mais informações no site www.cartadaterrabrasil.orgCriatividade do bem: o verde que cura
Muito bacana o post do Guilherme, do Coletivo Verde, sobre Yves Béhar, um talentoso e premiado designer do escritório FuseProject. Béhar beneficia milhares de crianças pelo mundo afora liderando projetos pra lá de criativos, ecológicos e sustentáveis. Atualmente, está "embrenhado" em uma nova empreitada para resolver um problema de saúde pública no México, onde 11% das crianças entre 8 e 18 anos precisam de óculos com lentes corretivas. Esse percentual aumenta em regiões mais afastadas e pobres, como o estado de Chiapas, atingindo 70% das crianças com problemas de visão, o que compromete o rendimento escolar delas. Foi aí que Béhar criou o projeto Ver melhor para aprender melhor, com o objetivo de desenvolver óculos com três características: custo, praticidade e estética. Além desse, ele tem outros projetos bem bacanas, que vale a pena uma espiada, como o One Laptop Per Child (laptop para crianças). O mundo precisa de gente como você, Yves Béhar!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Menos reflexões e mais atitudes no Earth Day
